21 agosto, 2006
"Don't Need The Sun To Shine (To Make Me Smile)"*
11 agosto, 2006
10 agosto, 2006
Amor / Ódio ...
E entre o ódio e o amor, ou o amor e o ódio, aqui estou eu...Sou assim...De extremos, com o coração ao pé da boca, toda sentimento...Ainda nem pensei e já disse...a informação nem passa pelo cérebro...vai directa dos ventriculos para o mundo...
Nem sei se isso é bom ou mau...só sei que me torna numa pessoa muito directa e por isso mesmo muito sincera...quem tá comigo sabe bem com o que pode contar...porque eu não sei fazer de conta, ou disfarçar...o que sinto transparece por todos os poros do meu ser!!!
Se tou feliz, se tou triste...logo que chego se vê...e nem é preciso conhecer-me muito bem...a minha alma é transparente!!! Está tudo à flor da pele...
Daí a minha essência e capacidade de amar e odiar ao mesmo tempo a mesma coisa ou a mesma pessoa...de viver, tudo, muito intensamente...de abrir a minha alma ao mundo...e de querer e nao querer ao mesmo tempo...
Aquela ambivalência que nasce naturalmente em cada um de nós...aquele paradoxo:
"Mas se eu odeio, porque é que, ao mesmo tempo, desejo tanto?"
"Odeio-te de tanto te amar!!!"
"Mas como te posso odiar se te amo?"
Fica a questão no ar, pode ser que alguém saiba responder...
09 agosto, 2006
07 agosto, 2006
"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,mas não esqueço que a minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo-as todas, um dia vou construir um castelo... "
Fernando Pessoa
04 agosto, 2006
02 agosto, 2006
Momentos...

Nós somos o conjunto das experiências que vivemos, o reflexo do nosso passado e das nossas vivências...
Como que um puzzle que se vai construindo momento a momento, vamos colocando as peças uma a uma, tentando encontrar qual o seu lugar e quando percebemos somos algo que se foi construindo na base de tudo o que nos rodeia...
E descobrimos também que todas as peças são importantes no puzzle da nossa vida, porque sem elas não seriamos o que somos hoje...
Cada peça tem o seu lugar e o seu tempo...e depois permanece para construir a nossa essência, o nosso ser...
Hoje tive mais um momento a recordar...
Acordar ao lado da pessoa que amamos e nos faz felizes é das melhores sensações da vida e dos melhores momentos a reter na nossa memória...
Aquele Bom dia com um sorriso, muito rasgado, logo pela manhã...
Aquele beijo tão doce que parece ter mel...
Aquele abraço apertado...
Momentos...é disso que é feita a vida e eu hoje tive mais um... ;o)
01 agosto, 2006
Eu juro que queria...
mas tá dificil...
ninguém me deixa sequer respirar...
Assim não dá!!!
27 julho, 2006
24 julho, 2006
19 julho, 2006
Ten things I hate about you!!*

" I hate the way you talk to me.
And the way you cut your hair.
I hate the way you drive my car.
I hate it when you stare.
I hate your big dumb combat boots.
And the way you read my mind.
I hate you so much it makes me sick -
- it even makes me rhyme.
I hate the way you're always right.
I hate it when you lie.
I hate it when you make me laugh -
- even worse when you make me cry.
I hate it that you're not around.
And the fact that you didn't call.
But mostly, I hate the way I don't hate you -
- not even close, not even a little bit, not any at all. "
* Gil Junger
17 julho, 2006
Vai aonde te leva o coração...

14 julho, 2006
Ingrid!!!
É engraçado, o tempo pode passar e podemos até estar meses sem falar, mas quando estamos é sempre a mesma sensação de bem estar, de cumplicidade, de entendimento...
Acho mesmo que tens algo de muito especial e por isso gosto tanto de ti.
Obrigada por ontem e já sabes a porta estará sempre aberta para te receber.
12 julho, 2006
Porque não?
09 julho, 2006
A melhor coisa da minha vida...
Há coisas fantásticas...e essas felizmente são imensas, que nos fazem sentir vivos e felizes... 07 julho, 2006
Cada lugar Teu
atado em mim, a cada lugar meu
tento entender o rumo que a vida nos faz tomar
tento esquecer a mágoa
guardar só o que é bom de guardar
Pensa em mim protege o que eu te dou
Eu penso em ti e dou-te o que de melhor eu sou
sem ter defesas que me façam falhar
nesse lugar mais dentro
onde só chega quem não tem medo de naufragar
Fica em mim que hoje o tempo dói
como se arrancassem tudo o que já foi
e até o que virá e até o que eu sonhei
diz-me que vais guardar e abraçar
tudo o que eu te dei
Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
e o mundo nos leve pra longe de nós
e que um dia o tempo pareça perdido
e tudo se desfaça num gesto só
Eu Vou guardar cada lugar teu
ancorado em cada lugar meu
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar"
(Mafalda Veiga)
30 junho, 2006
O erro de Platão
“ Há pessoas que só sabem amar na ausência, na distância, na certeza de uma proximidade previsível e meticulosamente programada, onde o amor é dado a conta-gotas como se de uma panaceia se tratasse. Há pessoas que vivem com mais intensidade o amor ausente, perdido, esquecido ou ultrapassado, que saboreiam na solidão o prazer do reencontro, que partilham em sonhos e pelos fios do telefone sem fio os seus desejos e vontades com maior afecto e doçura do que se estivessem ao nosso lado. É desta matéria que são feitos os amores platónicos. No segredo de uma sala onde só a musica se ouve, no recolhimento de uma cama de um só corpo, nas saudades mudas e raramente partilhadas com aqueles que se ama. Felizmente há outras formas de amar. Só que são mais difíceis, custam a aprender e cansam-nos muito mais. Ainda não encontrei em nenhum dicionário o verbo dar como sinónimo de amar, mas talvez ainda não seja tarde. Porque não concebo outra forma de amar que não seja a da partilha dos afectos e do despojamento de tudo aquilo que somos, com tudo o que de bom e de mau isso possa representar, nos braços daquele que amamos.
Um grande amor nunca se faz sem entrega, e se não há entrega então é porque não há amor. É como quem ama a vida: nunca tem medo de se entregar a ela, mesmo que isso lhe custe a sua própria existência. Quem tem medo da vida e da vontade acaba por não viver. Eu só sei amar assim, com mãos estendidas e o coração sem defesas. Chamam-me romântica. Eu acho que sou apenas lúcida. Se não viver assim, com o coração fora do peito, embalada por um sonho que me aquece o corpo e o espírito nas noites de mais um Outono morno e luminoso, sei que a tristeza pode tomar conta da minha vida e a seguir à tristeza ou vem a indiferença ou a loucura, que afinal podem ser e tantas vezes são a mesma coisa.
Nascemos todos para amar mas demoramos muitos anos a aprender que amar nem sempre é um verbo recíproco. Se essa fosse a primeira coisa a descobrir, viveríamos o amor de uma forma muito mais justa e serena. E cada vez que ele fosse correspondido, aceitaríamos tal presente como uma preciosidade, uma raridade, um bem de valor incalculável e inestimável.
O amor platónico é um amor egoísta e estéril e devia ser proibido. É como se Mozart nunca tivesse vendido as suas sinfonias, como se Monet escondesse os seus quadros, como se O’Neill recusasse partilhar com o mundo o seu espólio poético. O amor platónico é um erro, um absurdo, um disparate, um acto gratuito, quase criminoso.
Só aceito o amor platónico quando já não existe nenhuma outra forma de o viver. E só há uma impossibilidade real na vida; chama-se morte, é sempre inevitável, quase sempre inesperada e infelizmente irreversível. E quando ela chega e leva o nosso amor, então nessa altura, se pode viver um amor platónico, espiritual, sofrido, triste, desgastado, perdido e sem esperança.
Mas enquanto estamos vivos, é preciso saber viver o amor, esquecer as mágoas e matar inseguranças e acreditar que vale a pena amar alguém, que vale a pena partilhar o nosso amor, mesmo que quem o recebe não saiba abrir as mãos para o agarrar.
Se os homens sentissem mais e pensassem menos, talvez Platão se tivesse ocupado com outras teorias mais produtivas. Ou talvez não. Afinal de contas não era mulher. “
27 junho, 2006
:o(
11 maio, 2006
Well...

E porque o espirito começa a ser de férias (pelo menos para mim) já começo a ter todos os sintomas inerentes ao mesmo, ou seja:
- Cabeça no ar...
- Ansiedade pela chegada do dia tão ambicionado...
Enfim, e outros mil sintomas que nos são tão familiares...
Ai, ai...Está quase...
Praia do Forte, aí vou eu!!!!







