19 julho, 2006

Ten things I hate about you!!*









" I hate the way you talk to me.
And the way you cut your hair.
I hate the way you drive my car.
I hate it when you stare.


I hate your big dumb combat boots.
And the way you read my mind.
I hate you so much it makes me sick -
- it even makes me rhyme.


I hate the way you're always right.
I hate it when you lie.
I hate it when you make me laugh -
- even worse when you make me cry.


I hate it that you're not around.
And the fact that you didn't call.


But mostly, I hate the way I don't hate you -
- not even close, not even a little bit, not any at all.
"

* Gil Junger

17 julho, 2006

Vai aonde te leva o coração...

















"...e quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás-de escolher, não te metas por uma ao acaso...porque...nunca há um acaso...senta-te e espera. Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo, e sem deixares que nada te distraia, espera e volta a esperar...Fica quieto, em silêncio...e ouve o teu coração. Quando ele te falar, levanta-te e vai para onde ele te levar..."

14 julho, 2006

Ingrid!!!

Perto, mas longe e ás vezes longe, mas perto...É assim que te vou sentindo, ás vezes longe, ás vezes perto, mas sempre "LÁ"!!!

É engraçado, o tempo pode passar e podemos até estar meses sem falar, mas quando estamos é sempre a mesma sensação de bem estar, de cumplicidade, de entendimento...

Acho mesmo que tens algo de muito especial e por isso gosto tanto de ti.

Obrigada por ontem e já sabes a porta estará sempre aberta para te receber.

12 julho, 2006

Porque não?

A questão que se coloca é tão só saber o porquê de nós colocarmos sempre a questão do:

"Porquê?"

e agora eu digo...

"Porque não?"

09 julho, 2006

A melhor coisa da minha vida...

Há coisas fantásticas...e essas felizmente são imensas, que nos fazem sentir vivos e felizes...
Mas de há quase dois anos para cá que a melhor coisa da minha vida é a minha sobrinha...aliás há mais tempo ainda, porque já na barriga da minha mana eu amava a Pipokinha...
Hoje fiquei feliz, porque tive o prazer de privar com a minha fofura, a Lua, e tudo ficou melhor...a começar no nhão que sai 10000 vezes por dia, aos mil beijinhos doces que só ela sabe dar, aos abraços apertados, como que a dizer, nem sabes como gosto de ti Tia, até quando me bate é bom...não há nada igual, nem tão puro, nem tão sentido...
É engraçado tão pequenina e já percebe tudo, até quando estou triste...aí prontamente me abraça como que a dizer, não vale a pena ficar triste, tudo vai passar e tou aqui eu para preencher a tua vida de alegrias e sorrisos...
E assim é de facto, porque logo se secam as lágrimas e o meu sorriso volta a brilhar!!
OBRIGADA meu amor, por ti e para ti todos os meus sorrisos...

07 julho, 2006

Cada lugar Teu

"Sei de cor cada lugar teu
atado em mim, a cada lugar meu
tento entender o rumo que a vida nos faz tomar
tento esquecer a mágoa
guardar só o que é bom de guardar

Pensa em mim protege o que eu te dou
Eu penso em ti e dou-te o que de melhor eu sou
sem ter defesas que me façam falhar
nesse lugar mais dentro
onde só chega quem não tem medo de naufragar

Fica em mim que hoje o tempo dói
como se arrancassem tudo o que já foi
e até o que virá e até o que eu sonhei
diz-me que vais guardar e abraçar
tudo o que eu te dei

Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
e o mundo nos leve pra longe de nós
e que um dia o tempo pareça perdido
e tudo se desfaça num gesto só

Eu Vou guardar cada lugar teu
ancorado em cada lugar meu
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar"

(Mafalda Veiga)

30 junho, 2006

O erro de Platão

“ Há pessoas que só sabem amar na ausência, na distância, na certeza de uma proximidade previsível e meticulosamente programada, onde o amor é dado a conta-gotas como se de uma panaceia se tratasse. Há pessoas que vivem com mais intensidade o amor ausente, perdido, esquecido ou ultrapassado, que saboreiam na solidão o prazer do reencontro, que partilham em sonhos e pelos fios do telefone sem fio os seus desejos e vontades com maior afecto e doçura do que se estivessem ao nosso lado. É desta matéria que são feitos os amores platónicos. No segredo de uma sala onde só a musica se ouve, no recolhimento de uma cama de um só corpo, nas saudades mudas e raramente partilhadas com aqueles que se ama.

Felizmente há outras formas de amar. Só que são mais difíceis, custam a aprender e cansam-nos muito mais. Ainda não encontrei em nenhum dicionário o verbo dar como sinónimo de amar, mas talvez ainda não seja tarde. Porque não concebo outra forma de amar que não seja a da partilha dos afectos e do despojamento de tudo aquilo que somos, com tudo o que de bom e de mau isso possa representar, nos braços daquele que amamos.

Um grande amor nunca se faz sem entrega, e se não há entrega então é porque não há amor. É como quem ama a vida: nunca tem medo de se entregar a ela, mesmo que isso lhe custe a sua própria existência. Quem tem medo da vida e da vontade acaba por não viver. Eu só sei amar assim, com mãos estendidas e o coração sem defesas. Chamam-me romântica. Eu acho que sou apenas lúcida. Se não viver assim, com o coração fora do peito, embalada por um sonho que me aquece o corpo e o espírito nas noites de mais um Outono morno e luminoso, sei que a tristeza pode tomar conta da minha vida e a seguir à tristeza ou vem a indiferença ou a loucura, que afinal podem ser e tantas vezes são a mesma coisa.

Nascemos todos para amar mas demoramos muitos anos a aprender que amar nem sempre é um verbo recíproco. Se essa fosse a primeira coisa a descobrir, viveríamos o amor de uma forma muito mais justa e serena. E cada vez que ele fosse correspondido, aceitaríamos tal presente como uma preciosidade, uma raridade, um bem de valor incalculável e inestimável.

O amor platónico é um amor egoísta e estéril e devia ser proibido. É como se Mozart nunca tivesse vendido as suas sinfonias, como se Monet escondesse os seus quadros, como se O’Neill recusasse partilhar com o mundo o seu espólio poético. O amor platónico é um erro, um absurdo, um disparate, um acto gratuito, quase criminoso.

Só aceito o amor platónico quando já não existe nenhuma outra forma de o viver. E só há uma impossibilidade real na vida; chama-se morte, é sempre inevitável, quase sempre inesperada e infelizmente irreversível. E quando ela chega e leva o nosso amor, então nessa altura, se pode viver um amor platónico, espiritual, sofrido, triste, desgastado, perdido e sem esperança.

Mas enquanto estamos vivos, é preciso saber viver o amor, esquecer as mágoas e matar inseguranças e acreditar que vale a pena amar alguém, que vale a pena partilhar o nosso amor, mesmo que quem o recebe não saiba abrir as mãos para o agarrar.

Se os homens sentissem mais e pensassem menos, talvez Platão se tivesse ocupado com outras teorias mais produtivas. Ou talvez não. Afinal de contas não era mulher. “

27 junho, 2006

:o(

E porque nem sempre a vida nos sorri...e nem sempre as coisas acontecem como nós queremos...há os momentos tristes, em que só nós sabemos o que é sentir a falta de alguém, perder e reaprender a seguir em frente...É duro, mas às vezes temos de aprender a dizer não, a bater a porta e a calar o coração...

11 maio, 2006

Well...















E porque o espirito começa a ser de férias (pelo menos para mim) já começo a ter todos os sintomas inerentes ao mesmo, ou seja:

  • Cabeça no ar...
  • Ansiedade pela chegada do dia tão ambicionado...

Enfim, e outros mil sintomas que nos são tão familiares...

Ai, ai...Está quase...

Praia do Forte, aí vou eu!!!!

20 abril, 2006

Coração!

O coração é um vulcão que nos aquece
S' entra constantemente em erupção
Mas s' a tristeza vem, ele aclama-se, esfria e endurece
Voltando a ser simplesmente coração